AAAAH! Uma barata!

Aah, a barata! O objetivo agora é continuar aquela intrigante história que envolve emocionalmente (ou não) todos os que lêem! Mas antes, eu andei pensando, se ela foi tão marcante em minha trajetória terráquea, porque não nomeá-la? Foi então que pensei em nomes comuns de baratas, como Gertrudes, Sônia, Maria Madalena Rute, entre outros. Mas então, este pensamento suscitou em outra dúvida: como saber se era barata fêmea ou macho? Se fosse macho poderia se chamar Tonico, Rui, Jesus Rafael, João ou qualquer outro desse mesmo gênero. Não, eu não pesquisei pra saber como se diferenciam os dois sexos, até porque isso não importa, é tudo barata igual.

Ah sim, a história. Dia 2. Novamente, um típica madrugada de férias. Todos da casa dormindo, mas eu e meu irmão morgando no computador. Novamente não lembro o que eu fazia no momento, mas ele provavelmente assistia a algum seriado. As luzes estavam apagadas e eu escutava ao álbum ao vivo do Killers (pra variar). Lembro, também, que eu estava em uma posição agradabilíssima, sentado na cadeira com os pés apoiados no corrimão que da pra sala. Quase dormindo, diga-se de passagem. Mas esse tipo de coisa não vem ao caso. Mas, o que vem ao caso, vem abaixo.

Há alguns centímetros do meu pé, há apenas alguns centímetros, uns 80 ou 90 eu diria, ela voltava. Aquela que havia desaparecido como num passe de mágica, como um ilusionista, como o elenco do Botafogo em fim de temporada como um vulto, Sônia voltava de seus aposentos macabros misteriosos! Estrategicamente posicionada, ela se escondia de nossos ataques, ficando entre um friso inútil inexplicável que existe no corrimão (que eu não sei explicar como é) e o corrimão em si.

Chamo eu pela atenção de meu familiar mais próximo. Ficamos os dois na espreita, cada um com seu respectivo sapato na mão (e eu ainda com a nossa raquete de matar mosquito, afinal, seria legal e útil dar um choque nela), por mais de 2 minutos. Sim, parecíamos dois idiotas brincando de guerra. Por fim, Gertrudes resolveu ir para trás do corrimão (quantas vezes já usei essa palavra? Aliás, existe sinônimo pra ela?), sumindo novamente, através de um vôo planante pela sala, adentrando a escuridão do inabitado.

É conveniente, também, observar que em nenhum dos dias nós nos sentimos seguros neste recinto. Afinal, havia uma barata voadora, e que some, escondida em algum canto da casa, que não sabíamos qual. Mas então, este foi o segundo dia. O terceiro e derradeiro ainda vem por aí, não esqueça! E fique atento! Novos personagens surgiram na trama, dando um ar diferente para a abordagem que damos ao Tonico.

CONTINUA…

2 Respostas para “AAAAH! Uma barata!

  1. “Toda vez que eu chego em casa a barata da vizinha ta na minha cama! Diz ai, Reguinho, o que cê vai fazer?”

  2. É.. eu vim aqui ler isso.

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